O sucesso de The Witcher 3 é algo incontestável. O que esse jogo fez em 2015 foi algo histórico. A franquia, até então pouco conhecida, pulou de status e se igualou a gigantes atemporais. Poderia gastar linhas e linhas de texto falando o quão importante foi o encerramento da saga de Geralt, mas o foco desse texto não é esse.

Depois de longos sete anos, eu finalmente consegui jogar ele. O engraçado foi que já tinha o comprado a bastante tempo em uma ótima promoção na Steam. Meus planos eram terminar os dois capítulos anteriores primeiro, meio que como um rito de preparação para conhecer essa obra que muitos colocam no patamar de GTA III, Mario 64 e Ocarina of Time.

Lá fui eu conhecer The Witcher 1. Mesmo tendo ouvido muita gente falar mal, tinha em minha mente que ele até poderia ser ruim, mas daria para terminar numa boa. Porém, eu estava errado.

Antes de sair por aí falando horrores do jogo, preciso dizer que ele não é completamente descartável. A sua história é ótima e seu mundo é muito divertido de se explorar. Gastei horas só arrancando dinheiro de NPCs nas partidas de dados.

The Witcher
Pela imagem até parece bom

O problema é que existe um tipo de pedágio caro que deve ser pago para poder desfrutar disso tudo, o combate.

O sistema de batalha é rítmico e requer que você clique no botão de ataque nos momentos indicados. Caso você erre, ficará vulnerável. Se  isso não for estranho o suficiente, cada tipo de arma tem seu próprio ritmo. Ainda não está satisfeito? Existem ainda três estilos de luta que são: de ataques rápidos; mais lentos, porém que dão mais dano e um focado em grande quantidade de inimigos. Resumindo: Cada arma possui três ritmos diferentes.

A minha experiência com o mundo foi incrível, mas todo esse encanto ruía quando eu encontrava algum oponente pelo mapa. Depois de vinte duas horas de jogo, decidi abandonar o primeiro The Witcher. Já tinha cansado de me torturar.

No segundo as coisas foram mais amigáveis. O combate também não era lá essas coisas, porém é até tolerável. As batalhas não são nada animadoras, entretanto, não são tão ruins ao ponto de te fazer abandonar o jogo, tirando a batalha final que é deplorável. Mas respirando fundo e tentando muito, eu concluí The Witcher 2.

The Witcher 2

O engraçado foi que joguei até perto da missão final no início de 2022 e só fui voltar a jogar no início de 2023. Eu nem lembro o motivo de ter parado, no entanto, sempre prometia retornar para terminar a campanha logo. Demorou, mas eu cumpri a promessa.

Finalmente cheguei no tão aguardado momento de encarar The Witcher 3. A minha ideia era iniciar minha aventura depois do lançamento do update gráfico, e como vocês viram, a espera foi longa.

Estou ainda no começo com apenas dezenove horas jogadas e parece que combate ruim é um mal crônico da franquia. Mas assim como o anterior, ele é tolerável e, pelo menos até agora, não me fez querer parar no meio do caminho.

Se tem uma coisa que me maravilhou em The Witcher 3 é como esse mundo aberto é gostoso de se explorar. Em cada canto do mapa você encontra alguma coisa interessante para fazer. O único problema é o Carpeado que é uma droga. Bateu até saudade dos cavalos suicidas de Assassin’s Creed (os bichos pulavam até do penhasco).

The Witcher 3

Um ponto importante para se comentar é que presenciei vários bugs, até mais que Cyberpunk 2077 (pós atualização da nova geração). Alguns foram bem chatos, mas nada de fechar sozinho ou coisa do tipo. Um dos que me lembro foi quando que tentai golpear um inimigo com a espada, e o Gerald até estava fazendo os movimentos dos golpes, porém desarmado. Foi engraçado, mas isso aconteceu em uma boss fight.

Esta sendo bem divertido desbravar esse mundo convidativo e mergulhar nessa história, que até o momento, está incrível. Não sei quantas horas eu vou gastar nesta jornada, porém assim que concluir e aproveitar um pouco mais no end game, prometo trazer uma análise completa em texto e vídeo.

Aproveitando o assunto, deixo aqui o convite para conhecerem o canal do Esquilo Biônico e pedir para dar uma força com sua inscrição.

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